Flagrantes do Passado Nº 1 – Catete e Arredores | Augusto Malta | Museu da República | 1988.
Catete e arredores através das imagens do Rio antigo
Flagrantes do Passado Nº 1 – Catete e Arredores é uma publicação iconográfica dedicada à memória de uma das regiões mais importantes da história do Rio de Janeiro.
Lançada pelo Museu da República em 1988, a obra nasceu de uma pesquisa iconográfica idealizada por Maria Ignez Turazzi, então chefe do Arquivo Histórico da instituição. Além disso, contou com o patrocínio do Hotel Novo Mundo e teve tiragem de apenas 1.300 exemplares.
Fotografias de Augusto Malta e a memória do Catete
O conjunto reúne fotografias históricas das cercanias do Palácio do Catete, sobretudo na passagem para o século XX. A maior parte das imagens é de Augusto Malta, um dos mais importantes fotógrafos da história visual do Rio de Janeiro.
As fotografias pertencem à Coleção Pereira Passos, sob a guarda do Museu da República, e ao acervo do Arquivo da Cidade. Dessa forma, a publicação oferece não apenas belas imagens, mas também documentação histórica sobre a paisagem urbana carioca.
Além das fotografias, o conjunto apresenta ilustração de Ivan Wasth Rodrigues, ampliando o interesse artístico e documental da edição.
Um portfólio para observar o Rio que se transformou
Ao percorrer suas pranchas, o leitor encontra registros de ruas, construções e paisagens relacionadas ao Catete e seus arredores.
Nesse sentido, a publicação permite confrontar visualmente diferentes momentos da cidade. O bairro deixa de ser apenas cenário e passa a ser observado como documento de transformações urbanas, sociais e arquitetônicas.
Por isso, o conjunto possui especial interesse para pesquisadores de história urbana, fotografia, arquitetura e memória social. Também atrai colecionadores de brasiliana, iconografia carioca e publicações relacionadas ao Rio de Janeiro.
Uma edição de pequena tiragem
Há ainda uma característica que torna este exemplar especialmente interessante: a publicação original teve tiragem de somente 1.300 exemplares.
Além disso, trata-se do número 1 da série Flagrantes do Passado. No ano seguinte, em 1989, o Museu da República lançou o segundo número, dedicado ao tema Rio, cidade cosmopolita.
Assim, Catete e Arredores ocupa também um lugar particular dentro da produção editorial voltada à preservação da memória visual carioca.
Dados da publicação
Título: Flagrantes do Passado Nº 1 – Catete e Arredores
Série: Flagrantes do Passado – Nº 1
Idealização/pesquisa: Maria Ignez Turazzi
Fotografias: predominantemente Augusto Malta
Ilustração: Ivan Wasth Rodrigues
Instituição responsável: Museu da República
Patrocínio: Hotel Novo Mundo
Local: Rio de Janeiro
Ano de lançamento: 1988
Tiragem: 1.300 exemplares
Apresentação: portfólio com textos e pranchas iconográficas avulsas.
Estado de Conservação
Exemplar usado em muito bom estado de conservação. As pranchas encontram-se em estado seminovo, preservadas e muito bem conservadas. O estojo/capa apresenta sinais de manuseio e desgastes decorrentes do tempo, sem comprometer a integridade ou a beleza do conjunto.
Para outras fotografias ou informações sobre o estado deste exemplar, fale conosco pelo WhatsApp: (21) 99826-7053.
Publicação impressa – produto físico. Não é e-book.
Por fim, a Livraria Meu Rio de Todos os Tempos apresenta este conjunto como um convite para redescobrir o Catete através da fotografia e da memória. Uma publicação de pequena tiragem que preserva imagens de uma cidade que mudou profundamente, mas que continua presente na história de suas ruas, edifícios e bairros.
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